O Príncipe Dragão e a Responsabilidade
O Príncipe Dragão é uma série de Animação que
todo indivíduo que gosta de RPG tem que em algum momento assistir. Ela se passa
em um ambiente Fantástico com todas as características de um RPG, existem raças
distintas, cada uma com classes específicas para sua raça, cada uma delas com
habilidades específicas baseadas em seus habitats, além de durante toda a
aventura que contém Missões primárias e Missões secundárias, que dá aos personagens a oportunidade de mostrarem ao fim
de cada temporada os itens que cada um adquiriu durante a aventura e o quanto
eles evoluíram em aprendizado e habilidades.
O enredo se passa com o pequeno príncipe Ezran
assumindo o Trono muito jovem, apoiado pelo seu Irmão Callum, depois da suposta
morte do seu pai. Eles desde muito novos tiveram que assumir responsabilidades
e tiveram que tomar decisões muito importantes para todo o reino humano. Como
eles viviam na fronteira entre o mundo místico e mundo humano, reinos estes que foram separadas a eras atrás devido a um acidente que aconteceu, que envolveram os dois povos,
cabia a eles o dever de proteger a fronteira.
Em dado momento houve a necessidade de tomar a
decisão entre guerrear com o mundo místico, mas foi aí que a pureza de
pensamento, virtude muito presente entre as crianças fez toda a diferença, pois
o agora Pequeno Rei, decidiu através das suas habilidades diplomáticas fazer as
Pazes com a líder do reino místico, uma Arquidragão do Trovão, que tinha em sua
responsabilidade a missão de também proteger a fronteira, porém tal união
abalou completamente os dois mundos e trouxe à tona um problema maior que era
um ser imortal chamado Aaravos, um Elfo das Estrelas que viviam influenciando o
mundo místico e o mundo humano pelas sombras.
Há reflexões importantíssimas que são expostas
relacionado à como o ser humano interfere na natureza de forma irresponsável e
como esse fato interfere na vida de todos os habitantes do continente de Xadia,
sejam humanos ou seres místicos. Mas talvez a reflexão mais importante que
surge é sobre o quanto as regras quando não são flexíveis e levadas ao extremo
podem ser usadas para cometer injustiças que pode gerar consequências
gravíssimas para todos, como no caso do Aaravos que lhe tiraram a possibilidade
de estar próximo da filha apenas por ela ter ensinado magia a uma amiga humana,
o que acabou o tornando um ser triste que fez tudo que fez, talvez, para cobrir
aquele vazio que a filha deixou.








